Como é difícil ser diferente…

Não sei se vocês já se sentiram assim, mas já acharam que parece que a moda anda contra as nossas vontades? Olha, tem coisas que eu acabo aproveitando, acho divertido e tal. Mas tem coisas na moda que parecem dificultar a vida de quem não quer necessariamente ficar igualzinho a todos os outros, alguém que não quer ser ~fashion~

Pois bem, no momento o que está em alta são os spikes, as caveirinhas, transparências, etc. Não é preciso entender de moda, basta passar em qualquer loja de roupas que é isso o que você verá: caveirinhas, spikes, transparências, caveirinhas. Um visual meio rockeiro da vida.

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O desespero por atenção no Facebook

Não sei como funciona com vocês, mas se eu não filtrasse a minha timeline e não desse unsubscribe em metade dos meus contatos, eu nem entraria no facebook. E mesmo assim, muitas vezes eu entro e meus olhos sangram. Sangram porque:

  • Tem menina de 8 anos que cansou de correr atrás e agora aprendeu a dar valor a si mesma;
  • Meninas belas de 15 anos tiram fotos no espelho, curvadas num ângulo de 45 graus, para dar ênfase ao busto e à bunda;
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A filosofia barata

Para começar, já digo que detesto quem usa “filosofar” como um verbo pejorativo. Filosofia não é essa coisa de gente que fica duas horas falando sem parar e não fala nada que preste, isto é falar água, é loquacidade frívola, é exercício salivar desnecessário, é tudo, menos filosofia. Filosofia é outra coisa. Assim como o fato de você ter uma conta no Twitter não lhe torna um escritor (mesmo que possua “reconhecimento”). A filosofia é um gosto e paixão pelo saber, portanto é acompanhada de muito estudo e principalmente muito respeito com as pessoas que fizeram o mundo do conhecimento ser o que é hoje. 
Se você falar em “filosofia de vida”, com certeza estamos falando de algo diferente. É o comportamento embasado nas coisas que uma determinada pessoa crê ou não, refletida em sua cultura e condições sócio-politico-econômicas (não reparem nos hifens, me amem). Nem sempre se escolhe uma filosofia de vida , algumas pessoas deixam que outras venham a escolher por ela, já outras são obrigadas a optar pela filosofia alheia. A questão é que todo mundo tem uma e ela é o norte do seu comportamento. 
Se eu perguntar a você qual é a sua filosofia de vida, o que você dirá?
Fonte.
Lembrei que não demorou muito na faculdade até que as pessoas se incomodassem com o meu estilo de vida. Já me mandaram sair, ir para as festas, namorar vários caras, já me falaram que beber é muito melhor e que eu estou desperdiçando a minha vida, etc. Já outras pessoas encaram a minha filosofia de vida como uma santidade, pois de alguma forma elas acham que não estou sujeita aos mesmos sentimentos, pensamentos, vontades e curiosidades que elas. Acham que existe a pessoa “quietinha”, que nem espirrar espirra, de tão santinha que é. 
A felicidade é algo subjetivo e de livre interpretação, portanto, questionar a filosofia de vida alheia não é errado, mas é algo sério. Isso pode ser uma ofensa, portanto, por que a massa insiste que devemos ser todos iguais?
A vida é uma só, temos que viver cada dia como se fosse o zzzZZZZZZZZZZ… Mete bala na filosofia barata e vá a procura da sua realização pessoal.

O que é mais brega em um relacionamento?

Este post começou com o querido @rustymind falando em seu Twitter: não sei se é pior chamar de “mozão” ou “vidona”. É de conhecimento de todos que qualquer pessoa fica um pouco tola quando está apaixonada, algumas fazem voz de criancinha, outras de bichinho, outras arranjam apelidos para a pessoa amada de gosto no mínimo, duvidoso. Desde que não afete a saúde, bem-estar e segurança de ninguém, o comportamento de um casal dentro do relacionamento é algo que concerne somente aos dois envolvidos, cabendo aos ouvintes ignorarem quaisquer informações gratuitamente obtidas a respeito da intimidade do casal.
Tatuagem com o nome dela no seu braço: ATÉ QUANDO?
O que eu acabei de falar é: não é da sua conta se o casal é brega, ridículo e diabeticamente apaixonado. Sim, não é da sua conta, nem da minha. A grande questão é, quando NÃO é da nossa conta e a gente TEM que ouvir as coisas, como se nosso ouvido fosse um vaso sanitário de rodoviária. O grande problema não é a breguice alheia, mas é quando ela faz parte da sua vida e da minha vida; eu e você que estamos quietinhos e temos que ouvir os detalhes.
E então, para prosseguir com o post, comecei uma pequena enquete com os seguidores e perguntei: o que vocês acham mais brega em um relacionamento?
E a galera respondeu:
@pequenamoga casal que divide a mesma rede social
@GuiEssence eu sou suspeito porque sou a breguice em pessoa em relacionamentos, mas acho que é colocar NomeDele + NomeDela nas redes sociais
@rafavictoriano perfil online de casal
@cobaia perfil, foto, email e afins de casal. Tipo “olha, agora estamos juntos e perdemos completamente a nossa identidade!” xD
@michelloran tem coisa pior que conta no facebook com nome do casal? é pra deixar Walesca Popozuda constrangida.
Lembrando que ninguém falou em avatar de casal. Tem gente que deixa uma imagem aleatória no avatar, há quem poste fotos suas e há aqueles que gostam de uma foto ao lado da pessoa que amam. Isso não incomoda a ninguém, é até bonitinho, só dificulta você saber com quem está falando, pois geralmente os casais optam por usar a mesma foto.
Mais algumas contribuições a respeito da breguice do relacionamento alheio:

@VeryJess
: [chamar um ao outro de] Mozão = vou ali vomitar.
@morgout acho que moreco ganha de tudo
@michelloran Môzin ~~ nível 1000 – Falcão de breguice
@LaysBento “namorido”, sério, prefiro levar um tiro na orelha do que ouvir/ler isso.
@ovocius [fazer] declarações públicas e exageradas de afeto, como carros de som. Ultrapassam a linha da vergonha alheia.

Eu particularmente acho feio e esquisito demais a pessoa falar igual criancinha com o namorado na presença de outras pessoas. Uma vez esperando meu ônibus, uma moça atendeu ao celular e então ela começou a explicar ao namorado como encontrá-la, e ela parecia uma mistura de Xuxa com Teletubbies. Sinceramente, não parece agradável a pessoa falar com você com uma voz aguda, comendo letras e pior, falando bem alto, pois estávamos em uma avenida barulhenta. Se por acaso o cara gosta, acho que cabe a eles então reservarem estes momentos Tinky Winky-Dipsy-Laa-Laa-Po para a intimidade do casal.

Eles são legais no mundo deles.

Mas são ridículos no nosso mundo.
Quanto ao mais, vale lembrar que pelo menos 50% das pessoas que colaboraram com este post estão em um relacionamento estável e feliz, portanto afirmar que somos invejosos ou infelizes que querem reduzir a felicidade alheia NÃO é argumento para discordar deste texto.

Tatue isso na testa

Na tela da tv no meio desse povo você fica sem muitas opções de diversão, não é mesmo?

Eu sei que existe que gosta de carnaval, mas para quem não curte, o que você chama de diversão?

Eu vou ver muitos filmes, dar uns passeios, comer doces, me divertir com o namorado. E você, o que pretende? Uma das coisas que podemos lembrar sempre é que o que é dito para a massa fazer não é uma obrigação para ninguém, muito menos para você.

Diferente dos anos anteriores, este ano eu só quero desejar que vocês se divirtam =)

Girls Rules: Como se termina um relacionamento?

Jess: Já falamos o que esperamos deles, o que não curtimos neles e exploramos bem os assuntos. Agora a grande questão é sobre uma chamada etiqueta social. Gente, existe etiqueta de fim de namoro? O que vocês acham de um cara que termina relacionamento via msn/gtalk? Ou via recadinho em rede social? Terminar namoro é uma droga, claro, mas qual a menos pior forma para isto então?


Ana: Em minha humilde opinião, a forma menos pior para terminar um namoro é tendo uma conversa franca e sincera com a garota sobre os motivos do término. Acontece que, dependendo dos motivos, não é possível fazer esse closure. Depende do temperamento dos dois, da situação em que se encontram etc. Por exemplo, já vi casal que terminou o namoro por telefone porque moravam longe. O que foi completamente compreensível, já que a distância era um fator que, no caso deles, dificultava o relacionamento. Mas também já vi caso de abandono de namoro. O cara some, a menina não entende, até porque eles são namorados, mas ele sempre vinha com estórias mirabolantes que justificassem sua ausência e ela, cansada disso, terminou o namoro por telefone, mesmo, já que ele se recusou a conversar pessoalmente sobre o assunto.




Portanto, a meu ver, sempre voltamos à questão de que tudo depende. Se os dois tiveram um relacionamento bacana, mas que esfriou e o cara, sei lá, vai mudar de cidade, país, ou está gostando de outra, vale muito a sinceridade, conversar com a menina etc. Claro que a reação da menina vai variar. Mas se a intenção do rapaz for correta, ele deve conversar abertamente com ela e, independente da reação dela, ficar tranquilo por ter feito a coisa certa. Digo isso porque a menina pode se revelar uma histérica, não aceitar o fim do namoro ou algo assim.

Portanto, msn, gtalk, twitter, facebook: não acho legal. Apenas em caso extraordinário, mas tão extraordinário que nem consigo pensar num exemplo. Melhor escrever uma carta, onde você tem seu espaço pra dizer tudo sem temer reações adversas da outra parte.

Jess: Eu acho gente que é necessário coragem para você resolver essas coisas. É muito fácil simplesmente sumir, ou rejeitar chamadas e deixar um recado no facebook ou twitter. Eu acho que é necessário ser maduro para sentar com a pessoa e dizer algo que vai decepcioná-la, todavia, assim como houve no início uma atitude para que o namoro começasse, o mínimo que se faz é terminar direito também.


Existem sim algumas coisas que complicam, como a Ana disse: como terminar se você mora muito longe da pessoa? A maioria das vezes é inviável viajar só para terminar com a pessoa. Mas creio que a ordem das coisas seja: pessoalmente > telefone > e em último caso, internet. E NADA DE REDES SOCIAIS, PO, VIRA HOMEM!



Acho que se você recebe a notícia que foi traída pela internet, nada mais justo que terminar do mesmo jeito hahahahaha.

Tácia:
Se uma das pessoas ainda se importa muito com o relacionamento, o certo é ligar (se for longe). Se as duas pessoas não se importam, termina logo gente. Pior ainda é ficar tratando mal o outro só pq não tiveram oportunidade de ter uma conversa pessoalmente.


 Ana: Relacionamento saudável esse no exemplo da Tácia, né? Hahahaha

Mas é aquilo, se der pra escolher e tal. Se o cara é um tosco, se rolou traição, aí qualquer término é válido, praticamente.

Lays: Existe etiqueta sim galera, se ainda rola respeito na relação. Difícil terminar com conversinha bonitinha quando o cara te traiu com só Deus sabe quantas né? Muito cuidado também se o término envolve uma pessoa que ainda está apaixonada e quando essa pessoa não é você. To falando aqui como devia ser né e não como é, já que eu já terminei namoro fazendo barraco no meio da rua e já terminei pela internet também (morávamos longe) mas não to absolutamente certa mas foi o que aconteceu na hora. Também já terminei namoro tranquilamente, conversando… E esses não deixaram cicatriz nenhuma, FATO. Tem que ter MUITO TATO e se você não tem, sério, nem devia estar namorando, devia nascer de novo!! Se a pessoa puder ir até a casa da outra pessoa ou puder ligar e AINDA ASSIM terminar por Msn/gtalk/twitter/facebook/orkut/o escambau é muita falta de educação! Então é aquele esquema mesmo, ou pessoalmente, se for impossível que seja por telefone, se for impossível que seja pela internet. Ficar evitando a outra pessoa não é recomendável já que quando um não quer, dois não namoram… então postergar o inevitável é bobeira e aumenta o risco da pessoa terminar com você de uma maneira não muito legal (como no caso do abandono de namoro que a Ana Spol comentou).


Acho que o mais importante é o respeito, pessoalmente, por telefone ou pela internet. Se houver respeito as coisas sempre se encaminham de um determinado jeito que acaba dando tudo certo.


 Jess: Opa, com certeza concordo com a Lays. Se a pessoa tem a inteligência emocional de uma planta, ela nem deveria estar namorando mesmo. E gente, eu julgo assim: só não dá pessoalmente se ambos não moram na mesma cidade; só não dá por telefone se ambos não estão no mesmo país; só não dá via webcam se um dos dois é um idiota insensível ou se um dos dois estiver soterrado por um terremoto ou maremoto e está usando a energia disponível para conservar os últimos alimentos na geladeira e então não pode ligar o notebook.


E falando de experiência própria: eu já terminei com quem gostava de mim e já terminaram comigo quando eu ainda estava apaixonada. É uma droga, mas você não se sente errada, idiota, tola, uma pessoa ruim e nem nada quando a pessoa faz isso de forma decente. Já resolveram comigo via dm, vocês imaginam o grau de maturidade da pessoa né (samambaia versus garoto = samambaia wins).


Érika: Já tô ficando até acostumada a entrar nessas saias justas que a querida Jess nos enfia hahahaha.



Primeiro: Ana, muito bem vinda ao grupo!

E agora, por onde eu começo? Final de namoro é sempre aquela coisa né. Se você que termina, é tenso porque o cara ainda gosta de você. E se terminam com você é mais tenso ainda porque você ainda gosta do cara…


Olha, terminar namoro por telefone porque os dois moram longe, acho que é normal hoje em dia; acho até que nessas situações é a coisa “menos impessoal” a se fazer. Msn, orkut, facebook, dm, sms e similares acho que é muito tosco da parte de quem faz isso né…
Uma amiga minha uma vez queria terminar o namoro com um cara e armou o maior esquema que eu já vi para um término de namoro, escreveu uma carta, que, em tese alguém teria mandado para ela contando que ele a traia, e jogou isso na cara dele até o fim da vida. O menino, coitado, não deve ter entendido nada e não deve entender nada até hoje. Isso sim, é muita sacanagem. Precisa ter muito sangue frio prá fazer isso.


Se você não quer mais, o mínimo que se deve fazer é dizer que não quer mais. Explicar, e mostrar os motivos e as razões as quais levaram você a tomar essa decisão vai da maturidade e do respeito de um pro outro de cada relacionamento, mas acho que todas nós aqui, até pela idade de cada uma, concorda que é uma coisa meio obrigatória né. “Olha, não tá dando certo por causa disso, disso e disso.”


O difícil é quando o cara não aceita o fim e vira um psicopata louco que fica atrás de você, sério, eu morro de medo dessas coisas que aparecem nos programas dos Datenas da vida, porque sempre tem um doente que vai lá e mata a ex-namorada porque simplesmente não aceitava o fim do namoro.


E quando a gente não aceita? Bom, falo por mim que não sou psycho, depois de chorar, se debulhar em lágrimas, passar uma semana trancada no quarto sem comer ou dormir, você levanta, se olha no espelho, bota a sua melhor roupa, passa um batom poderoso e segue a vida em frente, como dizem: o amor é um jogo, nessa você perdeu, fazer o que; na próxima, quem sabe.


Lays: Erika, não tenho medo do “ex-psicopata” porque acho que só conhecendo muito pouco pra acabar com alguém assim, se conhecer a pessoa BEM antes de começar a namorar acho difícil. Óbvio que a pessoa pode sofrer uma mutação ou pode ser simplesmente um ótimo ator, mas conhecer bem serve pra eliminar os “que não preenchem os quesitos mínimos aceitáveis”.


Jess, quando alguém termina via DM tá na lei, você pode matar porque tecnicamente nem é um ser humano então não conta como assassinato!! [Jess: HAHAHAHAHHAHAHAHA Olha aí gente, quem mais concorda?]
Concordei DEMAIS com isso que a Erika falou: “E quando a gente não aceita? Bom, falo por mim que não sou psyco, depois de chorar, se debulhar em lágrimas, passar uma semana trancada no quarto sem comer ou dormir, você levanta, se olha no espelho, bota a sua melhor roupa, passa um batom poderoso e segue a vida em frente […]”


Ana: Gente, namorar psicopata NÃO DÁ!… Unless he was hot. Dexter ❤

 Anne: Olha, esses tempos terminei um namoro via telefone. Mas o cara morava em outra cidade. Então achei válido, estávamos longe, eu não estava mais tão afim e nossos rumos estavam bem diferentes. Porém esses dias um rolo que mora a dois bairros do meu terminou via Facebook (via chat) e achei horrível! Me senti a última pessoa do mundo. Até pensei no tal do “Aqui se faz, aqui se paga” e “Quando você quebra um coração já tem alguém pronto para quebrar o seu”. Tipo bruxas, eu não acredito, mas que elas existem, elas existem, certo?


Eu acredito que a melhor forma de terminar algo é ao vivo, cara a cara, com todo aquele melodrama possível haha! Nada supera olhos nos olhos. E outra, muito mais sincero sabe?
Clarice: Olá Jess, olá meninas da GR e olá leitores do blog. Também não li ainda nenhuma de vocês pra não me influenciar, haha. Voilá. Existe uma forma menos pior de terminar um namoro? Sim, existe. Terminar um namoro nunca vai ser legal, mesmo que aquilo esteja te sufucando ad infinitum e você não aguente mais, mesmo que o cara seja um panaca, mesmo que, mesmo que, mesmo que. Não, não é uma parada super agradável de se fazer. Mas às vezes precisa ser feita, e dignamente.
Reza a lenda que garotos são mais cagões que garotas. Honestamente, eu acredito nisso. E terminar um namoro não é tarefa fácil, olhar nos olhos de alguém e dizer que não dá mais, lidar com a reação da pessoa e com a sua própria é difícil. Mas é necessário às vezes, não é? Então, voltando à cagonice: acho que as mulheres costumam ter mais coragem de terminar do que os homens. Existe aquela maneira clássica masculina de terminar um relacionamento, o do “vou esperar ela perceber o que tá acontecendo e aí ela vai terminar.” Claro, nada mais cômodo e covarde. Tem aquela outra que é prima irmã dessa, o de esperar a mulher dar um escorregão mínimo, sei lá, reclamar da mãe dele em um dia de TPM. Aí pronto, “Tô terminando com você porque você fala mal da minha mãe e eu não namoro garotas que falem mal dela.” Dizer que tá terminando pelo motivo real é tão mais difícil, né?


Olha Jess, sobre terminar relacionamentos via rede social, eu, sinceramente, não tenho nem palavras pra mensurar o quão covarde, infantil e de mau gosto isso é. Você não assumiu a pessoa? Não olhou nos olhos dela e disse que queria namorar, ficar, tchun tchun tchá tchá, whatever? Tenha a mesma coragem agora pra olhar no olho e dizer que não dá mais, oras. Eu digo que a maneira de terminar um relacionamento determina a hombridade de um homem, e de uma mulher também. Um homem que não tem culhões, que não honra as calças que tem também não merece o que tem e você merece coisa melhor, queridinha. Portanto, queimem todos na fogueira aqueles que terminam relacionamento via redes sociais. Pessoas não são copos descartáveis, lembre-se disso. A não ser que você seja.


Então, pra mim, a melhor maneira de terminar um namoro é essa: uma conversa honesta e sincera. Vai doer, vai. Vai ser desagradável, vai. Mas às vezes você tem que tomar um remédio amargo, não tem? Então é melhor tomar tudo de uma vez.
Ai mew, depois dessa da Cla, acho que o melhor a fazer é passar a bola pra vocês: e então leitores, discordam, concordam? Têm alguma experiência legal ou ruim para contar? Estamos aqui pra isso, vamos lá!

Status de relacionamento: não sei

Tirinha de hoje:

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Fonte.
Aproveitando a tirinha de hoje, vamos falar um pouco sobre relacionamentos, afinal, vocês gostam e vocês é quem mandam aqui. Muitas pessoas gostam de dizer que não acham que para provar o amor, é necessário um papel e que portanto, o casamento é uma formalidade boba. Cada um tem a sua opinião quanto a isso mesmo, mas vamos entrar no assunto para falar sobre o ápice desta “não formalidade”, o grau de subjetividade dos relacionamentos de hoje:

1. Pergunta: Você está namorando?
Resposta: Não sei.

WTF? Se alguém me perguntar se sou dona do maravilhoso Corolla que está estacionado na esquina de casa, EU SEI A RESPOSTA, e infelizmente não, não é meu galera. Agora você não tem uma definição de em que tipo de relacionamento você está no momento? Se você vir um menininho de 5 anos e perguntarem se é seu filho, eu acho que você tem a resposta na ponta da língua. Este “não sei” é uma coisa muito estranha. Você está solteira? Não. Está namorando? Não sei.
Eu sei que tem gente que acha aliança de compromisso uma super obrigação, e tem gente que acha a maior futilidade, mas a grande questão é que você é o dono da sua vida e é o maior interessado em saber se está com alguém e o que é aquilo.

2. Situação: há sentimento entre vocês, mas fora isso não acontece mais nada. Qual é o seu status de relacionamento?
Não sei vocês, mas eu sempre sei de uma pessoa que começou um rolinho e teve uma interação real, e então o cara não ligou de volta mais e a guria está lá sem saber se ela está com o cara ou não. A estes, eu aconselho a colocar um baita “single” no meio da testa e ir viver a sua vida. Não existe status: “to mais ou menos”, nem status “estou aguardando um parecer dele”.

3. Situação: Vamos dar um tempo?

Eu não sou uma antropóloga estudando o comportamento humano, mas desde que eu soube que existe esta de “dar um tempo”, ela sempre ocorreu como uma tremenda piada. “Dar um tempo” significa: estou com preguiça de terminar com você e estou usando esta frase para que você vá sacando aos poucos, ok? E qual é o status de relacionamento de quem levou essa do tempo? Ela fica achando que vão voltar, enquanto a outra pessoa foi pra balada. Tão legal, né?

Gente, qual é a dificuldade de terminar com uma pessoa? Se fosse como passar em um concurso público, entenderia a preguiça, mas gente, senta com o cara/a guria e fala: acabou, favor passar bem.

4. Brigaram e estão há uma semana sem conversar, qual é o status?

Oficializa o negócio e termina, pois seus amigos se cansarão de você sofrer com este relacionamento que você não tem certeza de que existe.

5. Ela pegou as coisas dela e voltou pra casa da mãe, qual é o status?

Se você se meteu com uma garota complicada e perfeitinha, agora meu filho, aguenta! Não tem nada pior do que estas pessoas que curtem a dinâmica iô-iô do relacionamento e sinceramente, quem aguenta esse tipo de termina-volta-termina-volta é um palhaço. Você está namorando? Não, terminamos ontem (mas voltarão até amanhã, pela 5ª vez!).

E vocês, me contem, tem alguma situação de relacionamento que já viveu ou já presenciou pior do que estas? Conte pra gente nos comentários 😉

Plebéias Disney

Certo dia falando com a amiga Ana Spol, eu tive a certeza e então por meio deste post eu gostaria de expressar a vocês que eu queria muito ter assistido os desenhos das Plebéias Disney. Ma-mas Jess, você já ouviu falar de alguma plebéia Disney? São todas princesas! E é aí que mora o problema, meu amigo.
Mas é muito photoshop para pouca realidade!
As princesas Disney sempre trazem a mesma temática: uma garota linda, encantadora, fofa, meiga, cuja beleza deixa questionável o fato de elas terem ou não necessidades fisiológicas, ou necessidades simples, como: escovar os dentes, arrumar os cabelos, usar um absorvente; e com todo este encanto, trazem uma personalidade agradabilíssima, sem tpm, sem irritações, um bom humor fantástico e uma vontade sem fim de seguir o seu destino: encontrar o príncipe encantado.
Nenhuma delas era sardenta, ou acima do peso, ou tinha um cabelo mais real, ou era alta e esquisitona, ou então cheia de espinhas. Algumas eram pobres, mas todas foram magicamente salvas por um cara que além de lindo, tinha tudo. Essa é uma vida com photoshop demais para o meu gosto.
Mas o que é a ficção senão um belo modo de nos tirar das nossas tristezas e nos levar para um lugar muito mais lindo, em que somos princesas e o nosso destino é, apesar de qualquer contratempo sinistro, ser admirada, amada e ter uma vida dos sonhos? A ficção é mesmo uma maravilha, mas a Úrsula da Pequena Sereia é que era obesa, não a Ariel; as bruxas são narigudas, de estatura inferior, de voz menos doce e com um olhar menos agradável. E quando uma criança no jardim de infância é chamada de gorda, ela se lembrará mais da Úrsula, do que da Ariel, e por isso se sentirá ofendida (é claro que este é um mero exemplo, e não uma explicação absoluta do caso).
“We are cute for two ugly people” é o que fala na letra de Anyone else, but you, música de The Moldy Peaches, e eu gosto bastante deste trecho. Nós não somos padrões, por mais a nossa infância tenha sido recheada de Barbies de olhos azuis, esbeltas, seios proporcionais aos quadris, sorrisos perfeitos, olhos brilhantes e pernas que pareciam de fadas, não é disso que as coisas são feitas, e as pessoas se tornam muito infelizes por isso. Creio que iniciativas como esta das escolas britânicas tendem a trazer pessoas muito mais felizes com o corpo que possuem e que permitem que pessoas menos fúteis e mais preocupadas com o seu interior sejam criadas.

A música que você ouve não te define.

Que tipo de música você ouve? Este é o tipo de pergunta que gera um oceano de informações e por mais que você tente ser completo ao fornecê-las, você sempre acaba esquecendo de alguma coisa.
Fonte.
A música nada mais é do que uma expressão da alma através de melodia (e harmonia e ritmo? Não estudo/estudei música, apenas quero que entendam o que eu digo, ok?) e letra, o que acaba mexendo de maneira mais forte com a nossa alma do que um livro, por exemplo. Isso porque um livro demora muito mais que 3 minutos para transformar uma mente, enquanto uma música não transforma, mas comove seu ouvinte em 3 minutos ou menos (ou em 10 minutos, se você for da galera do metauuuuuu). Se alguém aparecer me falando que metal é com L…ah…

Uma coisa que eu sempre achei curiosa e acho digna de nota é a maneira como é visto o compositor e o intérprete da música. Pode ser limitado da minha parte, mas há quem concorde comigo que, um músico, não é músico completamente se não conseguir concluir as duas formas de representação desta arte: letra e melodia. Se você só compõe, você é um poeta. Se além de compor, você interpreta (mesmo que não seja cantando), você é completo. Se você apenas interpreta, ou você é um fantoche do mundo das gravadoras (OI SANDY, um abraço pra você, querida!) ou você é um excelente nadador, mas que só tem uma perna (e claro, nadaria muito mais se tivesse as duas).

Acho que é muito fácil interpretar uma música, você pode não ter uma voz diferente e intensa como a da Adele, mas você pode cantar as músicas dela e colocar no youtube. E sabe o que diferencia você dela? Ela não vive de cover, ela não é lua, não precisa luz alheia. Eis então o meu ponto sobre o assunto: compositor e cantor. 

Bom, definidas algumas coisas sobre música, intérpretes e compositores, vamos falar um pouco sobre personalidade musical. A personalidade musical nada mais é que um termo que acabei de inventar, que demonstra o tipo de música com a qual a sua personalidade se identifica. Para a sua surpresa, o que você ouvia quando era apenas um bebê ajudou a modelar o seu gosto musical. E se você foi criado a base de Bach e Chopin, talvez seu ouvido sangre quando toca aquele pancadão (ai que vergonha de usar esta palavra aqui!). A personalidade musical tem a ver também com aquele papo de “esta música é a minha história!” e “esta música foi feita pra mim!”, e como eu disse anteriormente, é muito bom ter esta identificação miojo: em 3 minutos você conseguiu uma filosofia de vida e isso sem ter que se mexer, sem ter que ler, sem esforço algum! A única coisa mais fácil que isso é dormir! Mas é claro, para algumas pessoas dormir não é uma tarefa simples…

A questão é que, aquela letra é a filosofia, o extrato, a geléia real de… quem a compôs! E apenas isso. É adorável rolar uma identificação com a música, principalmente quando ela é divertida e anima o seu dia, mas identificação é igual a cor favorita: é algo que você curtiu, mas não define quem você é. Você não é o que você ouve, o tênis que você usa, a cor de cabelo que você tem ou então a tatuagem do Supremo Senhor Kaiô que você fez na testa. Você gosta destas coisas e todas elas fazem parte do seu dia, mas Kurt Cobain foi uma pessoa e você é outra, o que definiu ele foram as atitudes dele e o que te define não é o suicídio de Cobain, não é o que você tem ou o que você fala, mas o que você faz.

Eu creio ser possível ter um relacionamento com alguém de gosto musical diferente (até porque só gays gostam de tudo o que eu ouço), pois em uma sociedade com internet, em que você curte aquela bandinha da Ucrânia e ao mesmo tempo não perde o gingado quando toca qualquer música do Calypso, não é estranho encontrar alguém igualmente interessante, com quem você não compartilhe uma só interseção musical. Se nos anos 1990 você só poderia curtir rock americano ou ser fã das baladas dos anos 1980, ou então ter Legião Urbana (ui!) na veia, hoje as coisas são muito diferentes e você ocupa vários lugares e pode ser amigo de pessoas que também possuem uma diversidade em seu gosto musical.
Isso me fez lembrar que na minha adolescência era comum querer ser amigo de quem curtia o mesmo estilo musical: ouve Linkin Park? Eu também! Amigos para sempre! OH WAIT… isso não quer dizer nada, absolutamente nada! Tanto a definição de quem você é quanto a de quem seus amigos são, vão muito além de gostos musicais…

Detesto mudanças

Não sei vocês, mas eu estava a ponto de criar um movimento para se rebelar contra os serviços Google e a nova aparência que eles estão trazendo a tudo. 

Fonte
Não, a nova aparência não é ruim e não me prejudicou em nada, eu não uso o Reader, portanto, não sofri com a galera. A questão é que, a princípio, eu detesto qualquer mudança. Mudar é desconfortável, te exige novas habilidades, novas adaptações, novos esforços e te faz cometer novos erros (preciso dizer que não estamos mais falando dos serviços da Google?). Mudar é como te fazer sair de casa nu, além de você sentir todo aquele vento em partes que você não está acostumado a recebê-lo, a qualquer momento, as pessoas passarão na rua e verão que você está nu. e você fica tentando se cobrir, tentando encontrar roupas. Em menor ou maior grau de dificuldade, mudar sempre traz situações novas e coisas a serem descobertas. 
Existem pessoas que possuem aquele tédio louco por tudo, e que gostam de estar sempre em constante mudança, sempre se aventurando, sempre com novo ambiente de trabalho, novas pessoas, novos amigos e então, um novo desafio, ou que também usam o “tudo novo” para se justificarem do fato de não terem facilidade em se adaptar a lugar algum. 
A mudança não é sempre ruim, e eu sempre encontro depois todas as vantagens que a mudança trouxe, todavia, até lá, eu quero meu gmail antigo de volta!